O Plano de Transição desenha a saída do convênio em ondas: o critério de quais horários migrar primeiro, a matemática da troca (quantos particulares substituem quantas guias), a comunicação pronta — dentro da ética e dos contratos — e o cronograma que amarra cada onda à sua captação. A renda nunca cai. A margem só sobe.
Quero o Plano de TransiçãoAcesso imediato · R$47 · Garantia de 30 diasSem rompante, sem salto no escuro — rede em cada onda.
Exemplo ilustrativo (guia R$45 · sessão R$180). Coloque os seus valores — a lógica é a mesma.
Essa é a conta que você faz em silêncio nos dias ruins. A agenda lotada que deveria ser sinal de sucesso virou esteira: guias que pagam pouco e atrasam, glosas, e a sensação de ser operária da própria profissão — cansada demais nos fins de mês para fazer justamente o que te tiraria dali.
E os dois conselhos que você recebe falham pelo mesmo motivo. O "vai ficando, convênio garante volume" consolida a armadilha: a agenda cheia de guias consome exatamente o tempo e a energia que a construção da carteira particular exigiria — o volume que "protege" é o que aprisiona. E o "descredencia de uma vez, se joga" derruba a renda meses antes de a captação amadurecer — o rompante que termina em aperto e no recredenciamento envergonhado.
Os dois erram na premissa: tratam a transição como decisão binária — sair ou ficar — quando ela é um processo por horário. Ninguém precisa sair do convênio. Precisa migrar a terça às 14h. Depois a quinta às 10h. Cada horário com a rede armada antes do passo.
Rode a análise: sua agenda, seus convênios, sua matemática da troca.
Arme a rede da 1ª onda: captação particular apontada para os horários escolhidos.
Migre, comunique com os textos prontos — e repita, onda após onda.
Garantia incondicional de 30 dias: rode a análise e monte o seu cronograma. Se o plano não te mostrar com clareza o caminho — e a matemática — da sua transição, um e-mail devolve 100%. Sem perguntas.
Seria — se a mesa existisse. Na prática, o valor da guia é tabelado pela operadora e a psicóloga individual não tem poder de negociação relevante. É por isso que a alavanca real não é o valor da guia: é o mix da sua agenda. Cada horário que migra muda a média inteira — e essa alavanca está 100% nas suas mãos.
O plano não envolve aliciar ninguém — envolve migrar horários e credenciamentos, com comunicação transparente. Quando você se descredencia de uma operadora (direito seu, dentro do contrato e dos prazos), os pacientes afetados são informados com antecedência e recebem as opções: continuidade em regime particular, se quiserem e puderem, ou encaminhamento adequado que preserve o cuidado. Os textos prontos do Kit seguem exatamente essa linha — a que protege o paciente, o vínculo e o seu CRP.
Então a onda espera — e é essa a diferença entre plano e rompante. O cronograma tem uma trava deliberada: nenhum horário migra sem demanda comprovada para ele. No pior cenário, você fica exatamente onde está, com a análise e a matemática na mão; no cenário normal, a captação (é para isso que a esteira de produtos de tráfego existe) enche onda após onda. O risco de queda de renda é o que o desenho elimina.
Não necessariamente — e o critério do Kit trata disso. Há quem migre 100% e há quem mantenha um convênio estratégico (o que paga melhor, glosa menos e preenche horários de baixa procura particular). O objetivo não é pureza ideológica; é margem. A análise mostra o seu ponto ótimo.
O desenho típico do plano trabalha em ondas trimestrais — com transições substanciais entre 6 e 12 meses, variando com o tamanho da agenda de convênio e o ritmo da captação. Parece lento até você comparar com as alternativas: o rompante que quebra em 2 meses, ou o "vai ficando" que já dura anos.